• Larissa Gobbo

Energias renováveis: todos lucram com seu uso!

Atualizado: 18 de Dez de 2018


A temática atual quando se fala em meio ambiente é, sem dúvida, a sustentabilidade. Uma palavra exaustivamente usada e cuja derivação do termo "sustentável" que provém do latim sustentare e que significa sustentar, defender, favorecer, apoiar, conservar, cuidar. A aplicação do termo sustentabilidade, no entanto, é uma coisa muito discutida: muito se fala, mas a verdade é que, na prática, as ações deixam a desejar.


Então o que é ser sustentável quando se fala em consumo de energia? Com certeza o primeiro e mais provável raciocínio que ocorra é: energia renovável, painéis solares, altos gastos de instalação, longo tempo de retorno do investimento e muitas, muitas dúvidas sobre o real benefício dessa tecnologia. Certo?


Energias renováveis e painéis solares é um tema que vem sendo amplamente discutido há algum tempo no Brasil e no mundo, principalmente com o advento das mudanças climáticas e acordos internacionais que, de alguma forma, já começam a afetar a vida do dia a dia dos brasileiros por meio de políticas implantadas pelo governo e pelas empresas que estão hoje no país.


O video mostra um exemplo de consumidor que também gera sua energia em casa através de placas solares e vende o excedente produzido para a concessionária de energia, obtendo descontos nas faturas mensais e economizando, além de ajudar no processo de desmitificação dos altos custos quando falamos de painéis solares para residências.


Quando falamos em energia é importante lembrar o contexto e momento atual:

O país tem sua matriz energética focada nas hidrelétricas que ocupam impressionantes 65,2 % do total da geração do país, segundo dados divulgados pelo Ministério de Minas e Energia através do Balanço Energético Nacional de 2015, que tem como ano base de estudo 2014.

  1. O país tem sua matriz energética focada nas hidrelétricas que ocupam impressionantes 65,2 % do total da geração do país, segundo dados divulgados pelo Ministério de Minas e Energia através do Balanço Energético Nacional de 2015, que tem como ano base de estudo 2014.

Matriz Energética Nacional (ano base 2014). Fonte: MME, 2015.

2. Nos últimos 3 anos registram-se condições hidrológicas desfavoráveis que

resultaram em uma das mais graves crise hídrica dos últimos 100 anos,

principalmente nas regiões sudeste e nordeste do país e, como um efeito dominó, a

consequência dos problemas climáticos e hídricos é a atual crise energética que o

Brasil enfrenta desde final de 2014, com o aumento rotineiro e exponencial das

contas de energia dos consumidores finais.


O perfil do consumo residencial e a energia renovável

Como alternativa para sair do ciclo vicioso e não ficar tão vulnerável ao cenário politico-estratégico dos temas água e energia, a solução mais lógica é pensar em soluções, unidade a unidade, para redução do consumo de energia elétrica e nesse contexto temos duas vertentes que precisam andar juntas:

Considerando o segundo tópico, voltamos então à discussão do início do artigo: painéis solares - quais os reais custos e benefícios dessa tecnologia e quais os impactos de curto e médio prazo.

O vídeo abaixo foi retirado de uma reportagem feita pelo Jornal Nacional em abril de 2012, época em que entrou em vigor a resolução ANEEL n. 482/ 2012, que possibilita e regulamenta a venda do excedente de energia elétrica produzido pelas unidades residenciais, comercias, mistas ou industriais às concessionárias de energia.


E ai, ainda não reviu seus conceitos e repensou em como modificações de projetos e o uso de tecnologias ecofriendly - aquelas a favor do meio ambiente - são positivas e, mais do que isso, necessárias e vitais?


#energiasrenovaveis #solarpower #greenbuilding #construçõessustentaveis

© 2017 por Gobbo Projetos e Consultoria. Com todos os direitos reservados.